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Ansiedade – dicas científicas para combater a doença!


Blog Aprova – Blog Aprova Concursos
22 de ago de 2017 10:59

ansiedadeAnsiedade é uma doença psiquiátrica que afeta grande parte da população. Segundo informações obtidas pela Revista Galileu, junto a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera o ranking de pacientes que sofrem com mal: 9,3% da população apresenta os sintomas de ansiedade.

Então, para combater a doença, separamos dicas cientificamente comprovadas que podem ajudar quem sofre com ansiedade.

Ansiedade – saiba como acabar com ela!

Faça de um jeito "mais ou menos"

Geralmente demoramos muito tempo para tomar decisões quando precisamos fazer algo importante, buscamos sempre a forma mais perfeita possível. O conselho do professor Barney Dunn, da Universidade de Exeter, no Reino Unido, é fazer de um jeito "mais ou menos".

Sabendo desde o início que os resultados não serão perfeitos, a preocupação diminui e a agilidade aumenta. Isso evita a procrastinação e, uma hora ou outra, você descobrirá que não está fazendo a coisa de forma tão ruim.

Porém, não significa que o resultado realmente ficará mais ou menos, pois com menos tempo gasto enrolando, haverá mais para corrigir e melhorar o projeto. Além disso, essa técnica incentiva novas práticas e a diversão.

Não se sinta culpado

Um dos maiores problemas dos ansiosos é que têm o hábito de se cobrarem muito e de se sentirem culpados por tudo. Uma saída é tentar mentalizar que a culpa não é sempre sua e, ao se cobrar, dar uma bronca em si para relembrar que a carga do mundo não está sobre você.

A dica é postergar as preocupações, o momento de entrar pânico, com algo que você acha que mereça sua tensão. Separe dez minutos por dia para se preocupar, nada mais que isso.

Ajude o próximo

Mesmo parecendo que já existem preocupações e tarefas o suficiente, focalize as energias no próximo, ou seja, nos problemas e na vida de alguém que precise de você.

Em entrevista à The Atlantic, o neurologista Viktor Frankl afirmou que "para as pessoas que acham que não há mais nada para que viver, nada para esperar da vida… a questão é que essas pessoas precisam perceber que a vida ainda está esperando algo delas".

Ao perceber que outro indivíduo precisa de ajuda, você se sentirá útil e terá mais motivos para continuar. Mesmo que quem esteja recebendo o apoio nunca se dê conta de sua importância, você saberá, o que é o mais importante.

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Concurso ISS Campo Grande: Autorizado novo certame para Auditor Fiscal! Remuneração de R$20 mil



Foi publicado hoje, 22 de agosto, a autorização para realização do Concurso ISS Campo Grande, de provas e títulos para o cargo de Auditor Fiscal da Receita Municipal.

A publicação, foi feita no Diário Oficial do Município de acordo com o decreto 13.250, de 21 de agosto de 2017.

A Secretaria Municipal de Gestão, através da Comissão constituída, deverá executar os procedimentos referentes à realização do Concurso, como a produção do edital, empresa que realizará as provas, salários e outros detalhes que serão divulgados posteriormente pela comissão.

A carga horária deste cargo é de prestação de, no mínimo, 40 (quarenta) horas semanais de trabalho,  sujeito à prestação de serviços aos sábados, domingos e feriados, sob a forma de escala. O cargo exige formação em nível superior, em qualquer área.

Este certame já havia sido autorizado em 2011, mas foi cancelado por não haver tempo hábil para a realização de todas as etapas, como inscrição, provas, convocação e posse, atingindo dessa forma o período de eleições.

 

Atribuições

Art. 9º São atribuições dos servidores integrantes da carreira de Auditor Fiscal da Receita Municipal:

I – realizar as ações de tributação, arrecadação, fiscalização, lançamento e cobrança administrativa das espécies tributárias de competência do Município;

II – realizar as atividades de lançamento, fiscalização e cobrança de tributos instituídos por outros entes federados, na forma da Lei ou Convenio;

III – gerenciar os cadastros municipais e o acesso aos demais bancos de dados de contribuintes;

IV – proferir pronunciamento nos pedidos de consultas, regimes especiais, isenção, anistia, moratória, remissão, parcelamento e outros benefícios fiscais, definidos em lei;

V – assessorar e realizar consultoria técnica em matéria tributária e fiscal;

VI – emitir informações e pareceres, além de perícias técnicas tributárias ou fiscais, em processos administrativos ou judiciais;

VII – emitir parecer conclusivo sobre regularidades ou irregularidades fiscais de contribuintes, Pessoa Física e Jurídica de Direito Público e Privado, sujeitos à imposição tributária;

VIII – planejar, coordenar, supervisionar, avaliar e executar a administração tributária fiscal;

IX – compor e presidir o órgão colegiado competente para julgar, em segunda instância, os recursos voluntários e os de ofício, referentes aos processos administrativo, tributário e fiscal.

Remuneração

Ao acessar o portal da transparência da prefeitura de Campo Grande, o estratégia teve acesso aos seguintes casos de remuneração para o cargo de Auditor Fiscal:

Ou seja, é uma remuneração de encher os olhos! Você pode conferir este e demais remunerações no Portal da Transparência da Prefeitura.

Natália Scarano
Ascom Estratégia
comunicacao@estrategiaconcursos.com.br

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Punição a fraudadores de concursos ficará a cargo de cada órgão, diz Planejamento


Papo de Concurseiro – Lorena Pacheco
22 de ago de 2017 11:57

Punição a fraudadores de concursos ficará a cargo de cada órgão, diz Planejamento

Após a descoberta de uma nova máfia dos concursos públicos no Distrito Federal pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (21/8), diversas seleções públicas podem ter sido fraudadas por criminosos há cerca de cinco anos. A Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Deco) ainda não soube informar o total de certames afetados, devido à grande dimensão dos crimes, mas a banca Cebraspe, […]

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Polícia Militar – PR suspende Concurso para CFO/2018 com subsídio de até R$ 9,5 mil


Blog do Eu Vou Passar :. Prepare-se com os melhores – Redação EVP
22 de ago de 2017 12:34

Por meio de comunicado, a Polícia Militar do Estado do Paraná (PM – PR), anuncia que o edital do Concurso Público destinado ao preenchimento de vagas no cargo de Cadete Policial Militar de nível médio, está temporariamente suspenso.

A decisão ocorre por motivos administrativos e suspende temporariamente o início das inscrições do Concurso Público.

Confira os documentos oficiais:

Edital de abertura nº 01 – Cadete PM 2018.

Suspensão.

Com informações do site PCI Concursos

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ISS Jundiaí – Gabarito Extraoficial Legislações Específicas


Estratégia Concursos – Tiago Zanolla
22 de ago de 2017 14:25

Oi, pessoal!

Foi realizada no último domingo a prova  para ingresso na carreira de Auditor Fiscal de Tributos em Jundiaí

Como de costume (rs), me alegra dizer que todas as questões da prova estavam em nossas aulas de Legislação.

Segue a resolução comentada das 04 questões da disciplina de Legislação Específica do Município.

QUESTÃO 06 – O processo administrativo pode ser conceituado como "(…) um dos meios pelos quais a Administração Pública exterioriza sua vontade através de atos administrativos que, conectados entre si, com o Direito e com sujeitos, envolvem deveres, poderes, faculdades, direitos, entre outros, que tendem a um resultado final e conclusivo". Tal resultado é emanado em despacho decisório da autoridade competente na sua esfera de atuação, ante o qual cabem recurso ou pedido de reconsideração. Ao disciplinar o ordenamento dos processos administrativos no Município de Jundiaí, a Lei nº 5.349, de 17 de dezembro de 1999 estabelece que "quando a lei não fixar prazo diferente", o prazo máximo para a decisão quanto a recurso e pedido de consideração, a partir do recebimento dos autos pelo órgão competente, é, em dias de:

a) 5

b) 15

c) 30

d) 45

Comentários

Nós tratamos desse assunto na aula demonstrativa, pág. 12.

Quando a lei não fixar prazo diferente, o pedido de reconsideração e o recurso administrativo deverão ser decididos no prazo máximo de 30 (trinta) dias, a partir do recebimento dos autos pelo órgão competente, podendo ser prorrogado por igual
período.

GABARITO: Letra C

QUESTÃO 07 – O Decreto Municipal nº 17.701, de 11 de fevereiro de 2000 da Prefeitura de Jundiaí conceitua e classifica os documentos públicos municipais quanto sua natureza, valor, estabelecendo critérios para sua conservação até a definição de sua destinação final, entre outros temais afins. Conforme seu artigo 7º, os documentos da Administração Direta, com prazo prescricional longo e baixa frequência de uso, devem ser guardados até sua destinação final, no seguinte órgão:

a) Biblioteca Municipal

b) Arquivo central

c) Secretaria de Negócios Jurídicos

d) Câmara de Vereadores

Comentários

Nós tratamos desse assunto na aula 01, pág. 06.

Art. 7º – Os documentos da Administração Direta com prazo prescricional longo e baixa frequência de uso serão guardados, até sua destinação final, no Arquivo Central.

GABARITO: Letra B

QUESTÃO 08 – A Tabela de Temporalidade é o instrumento de gestão de documentos que visa definir, mediante o processo de avaliação, os prazos prescricionais de guarda e a destinação final de documentos. Foi instituída no Munícipio de Jundiaí pelo Decreto nº 17.766, de 11 de abril de 2000. De acordo com seus preceitos, os documentos referentes ao Inventário Anual de Bens Móveis e Imóveis da Administração Municipal devem ser mantidos em arquivo intermediário durante o seguinte prazo:

a) 2 anos após apreciação da Câmara Municipal.

b) 3 anos após manifestação do Conselho Municipal de Administração.

c) 5 anos após a aprovação pelo TCE.

d) 10 anos após seu encerramento.

Comentários

Nós tratamos desse assunto na aula 01.1, pág. 14.

De acordo com o Decreto nº 17.766, de 11 de abril de 2000, os documentos referentes ao Inventário Anual de Bens Móveis e Imóveis da Administração Municipal devem ser mantidos em arquivo intermediário durante o seguinte prazo de 05 anos após a aprovação pelo TCE.

GABARITO: Letra C

QUESTÃO 10 – O Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Jundiaí (Lei Complementar nº 499/2010) é instrumento de gestão de pessoas que regulamenta a relação jurídico-funcional entre o Município e seus servidores. Considerando o que dispõe esta Lei, assinale a alternativa incorreta.

a) São formas de provimento derivado a nomeação, promoção, readaptação, reversão, o aproveitamento, reintegração e a recondução.

b) Ao entrar em exercício, o funcionário nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a este probatório, por período de 03 (três) anos.

c) Reversão é o retorno ao serviço público de funcionário aposentado por invalidez.

d) Aproveitamento é o retorno ao serviço público do funcionário colocado em disponibilidade, condicionado a prévia inspeção médica.

Comentários

Nós tratamos desse assunto na aula 02, diversas páginas.

A questão pede para assinalar a opção INCORRETA.

Tratamos especificadamente nas páginas  04 e 07 que NOMEAÇÃO é forma de provimento originário, sendo as demais forma derivadas.

A nomeação é o chamamento para a posse e para a entrada no exercício das
atribuições do cargo público. Segundo Carvalho Filho (2013), a nomeação é "ato administrativo que materializa o provimento originário" (CARVALHO, 2013). Em outras palavras, é o ato que atribui um cargo público a alguém (é a publicação de seu nome no Diário de Justiça para que tome posse).

GABARITO: Letra A

 

Espero que tenham obtido êxito!

Prof. Tiago

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Concurso TJ/PR Técnico Judiciário: data da prova ainda indefinida


Rico Domingues Concursos – Blog www.ricodomingues.com.br/blog – ricodomingues
22 de ago de 2017 15:39

TJPR

Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo, a Assessoria de Imprensa do Tribunal de Justiça do Paraná, TJ/PR, esclareceu algumas questões a respeito do certame, cujo edital foi publicado no início do ano.

Sobre a prova, afirmam que não será realizada no terceiro trimestre, como previsto anteriormente, e que o processo de contratação da banca organizadora está em fase de elaboração de edital.

A Assessoria de Imprensa do TJ/PR afirmou, ainda, que mais de 140 mil inscrições foram foram requisitadas, das quais 59.353 foram para as vagas destinadas aos Foros da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba. O deferimento dos pedidos de inscrição se dará por meio de edital próprio.

 O valor bruto do vencimento inicial da carreira de Técnico Judiciário de 1º grau é de R$ 5.741,58. Além disso, os servidores recebem auxílio alimentação no valor de R$ 884,00, entre outros benefícios.

Quanto ao conteúdo da prova, o TJ/PR afirma que um edital de retificação está em fase de elaboração, que incluirá o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

Fonte: Gazeta do Povo.

 

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Bacharel em Matemática pode assumir cargo público de analista de sistemas após aprovação em concurso público



A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, por unanimidade, negou provimento à apelação da União contra a sentença, do Juízo Federal da 14ª Vara da Seção Judiciária de Minas Gerais, que julgou parcialmente procedente o pedido de um candidato a concurso público realizado pela Força Aérea Brasileira (FAB) para considerar que o diploma do requerente, bacharel em Matemática, atende ao requisito contido no edital do certame, estando assim o candidato apto a participar do Estágio de Adaptação de Oficiais Temporários (EOAT).

Em seu recurso, a União pleiteia a reforma da sentença sustentando que não há nenhum elemento nos autos que permita concluir que a graduação em Matemática seja suficiente para o exercício da profissão de analista de sistemas, cargo este pretendido pelo autor da ação.
Alega, ainda, que os atos da administração são regidos pelo princípio da legalidade e que o edital do certame foi claro ao exigir o diploma de conclusão de curso superior referente à especialidade a que concorreu o candidato.

Consta dos autos que o concorrente, classificado no 2º lugar no concurso, foi excluído sumariamente do certame logo após a entrega da documentação exigida para a matrícula ao argumento de que o diploma apresentado não o habilitava a exercer as atividades de analista de sistemas.

Ao analisar o caso, o relator, juiz federal convocado Roberto Carlos de Oliveira, explicou que a profissão de analista de sistemas ainda não é regulamentada por lei. Assim, em tese, o edital de concurso não pode estabelecer os requisitos legais para admissão no serviço público, pois, se a lei não exige habilitação específica para o exercício de determinada profissão, não pode o edital fazê-lo pelo fato de não existir uma relação formal de cursos superiores cujos profissionais estejam aptos a exercer a atividade em questão.

O magistrado enfatizou, ainda, que o curso superior realizado pelo candidato possui ênfase em Informática, e no histórico escolar consta que cursou diversas matérias específicas da área de Processamento de Dados.

Além disso, o juiz relator destacou que para o desempenho da função de analista de sistemas vem se admitindo profissionais com formação em diversos cursos, como Ciências da Computação, Processamento de Dados e Programação, Informática, Sistema de Informação, bem como de outros com ênfase nessa área de especialização, como é o caso do agravante.

Diante o exposto, a Turma, nos termos do voto do relator, negou provimento à apelação determinando à União que adote as providências necessárias para garantir ao autor, de forma imediata, a aplicação das regras contidas no item 2.6 das Instruções Específicas para o EAOT, que estabelecem que o estagiário que concluir o curso com aproveitamento estará em condições de ser nomeado Primeiro-Tenente mediante ato do Comandante da Aeronáutica e de integrar o quadro de oficiais na especialidade em que realizou o exame.

Processo n°: 2008.38.00.009682-7/MG
Data do julgamento: 26/06/2017
Data de publicação: 07/08/2017

LC


Fonte: Assessoria de Comunicação Social - Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Servidor público tem direito a horário especial em razão de ter filho deficiente


Direito dos Concursos Públicos – Fabio Ximenes
23 de ago de 2017 01:08

A 1ª Turma do TRF 1ª Região, por unanimidade, negou provimento ao agravo de instrumento interposto pela União contra a decisão, do Juízo Federal da 1ª Vara da Subseção Judiciária de Montes Claros/MG, que deferiu o pedido de concessão de horário especial de trabalho à parte autora, servidora pública federal, sem a obrigatoriedade de compensação de horário e sem redução da remuneração, em razão de a requerente ter filho dependente, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista.

A servidora busca a redução de sua jornada de trabalho de 35 horas para 20 horas semanais, limitadas a quatro horas diárias, independentemente de compensação posterior e sem redução remuneratória, para cuidar do filho com deficiência – autismo. A recorrente alega que seu filho necessita de constante assistência familiar para o desempenho das atividades diárias.

A parte ré questiona a redução do horário de trabalho sem a realização da devida perícia médica. Também assevera que a Lei n° 8.112, de 1990, prevê a compensação dos horários da jornada de trabalho não exercida.

Ao analisar o caso, o relator, desembargador federal Jamil Rosa de Jesus, destacou que o Brasil ratificou, em 1º/08/2008, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949/2009, norma que diz respeito ao primeiro tratado internacional de direitos humanos aprovado com força de emenda constitucional, conferindo aos deficientes os direitos previstos na convenção status de direitos fundamentais.

Para o magistrado, a convenção em questão tem por finalidade de proteger e de assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais às pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade.

O relator assinalou que os parágrafos 2º e 3º do artigo 98 da Lei n° 13.370/2016, editada para ratificar o disposto na convenção, estende o direito a horário especial ao servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência de qualquer natureza, revogando a exigência de compensação de horário.

Esclareceu o desembargador que não há mais a exigência de compensação de horário, mas permanece a necessidade, para o reconhecimento do benefício, de comprovação da deficiência por junta médica ou perito judicial, o que deve ser verificado no juízo de origem.

Assim, o Colegiado, nos termos do voto do relator, negou provimento ao agravo de instrumento.

Processo nº: 0002471-28.2017.4.01.0000/MG
Data do julgamento: 21/06/2017
Data da publicação: 09/07/2017

CB


Fonte: Assessoria de Comunicação Social - Tribunal Regional Federal da 1ª Região